Sobre mim


Desde criança sonhava viajar e conhecer outros lugares. Certa vez conheci um grupo de ciganos que me contaram sobre suas viagens e quis ir embora com eles só para ficar andando pelo mundo. Mas não foi possível, pois eu era menor de idade. Por muito tempo viajei nos livros e conheci o mundo apenas na minha imaginação. Mas a partir dessas leituras fui criando um roteiro que na medida do possível quero realizar.
O fato de não ter dinheiro fez que esse sonho demorasse para acontecer. Mas eu nunca desisti dele. Hoje, viajar é uma escolha. Eu não fiquei rica, apenas administro a minha vida de modo a poder fazer o que mais gosto. Assim, abro mão de algumas coisas como trocar de carro, muitas roupas novas e vou seguindo meu sonho. Dessa forma, quando morrer, partirei feliz para a viagem mais definitiva que o homem pode realizar.

Faço este blog, por que muita gente me pede para mostrar-lhes as fotos das minhas viagens. Assim, mais pessoas poderão ver e planejar suas viagens também. Para aqueles que pensam que não tem recursos, vejam as dicas e lembrem-se que não dá para ter tudo na vida ao mesmo tempo.

Pode ser que daqui algum tempo minha prioridade mude. Quem sabe o dia de amanhã?

Eis uma dica: siga seus próprios sonhos e não os sonhos dos outros. Seja feliz!

Mari Vieira.


sábado, 10 de março de 2012

Patmos: Vai lá!


A caminho de Patmos, passamos por diversas ilhas.





Solo escuro, seco, vulcânico.




 


 



Chegamos ao porto de Skala onde pegamos um barco, "Patmos", para chegar à ilha
.

 



Conhecida por ser o local para onde o apóstolo João foi exilado — conforme consta na introdução do livro bíblico de Apocalipse —, Patmos foi usada como um lugar de banimento durante os tempos romanos. O exílio de João aconteceu em 95 ou 96 d.C., no ano décimo quarto do reinado de Domiciano. A tradição local ainda aponta a caverna onde João teria recebido a revelação para escrever o livro.



 Desde 1522, a ilha foi diversas vezes controlada pelos turcos, sendo capturada pelos italianos em 1912. Em 1948 passou definitivamente ao controle grego.
















Para chegar à caverna onde foi escrito o livro do apocalipse é preciso subir por um caminho íngreme.






Durante a caminhada, as placas indicam que estamos pisando em solo sagrado. E dão orientações.



 
"Vamos recebê-lo em nosso monastério.  Por favor, lembre-se que você está num lugar sagrado de adoração. Solicitamos, portanto, vestimentas e  atitudes apropriadas."
 



Durante o caminho nem sentimos cansaço, pois a vista é muito linda.




O mar Egeu, de um azul maravilhoso,  parece uma jóia incrustrada entre as montanhas.




Assim, mesmo para aqueles que não tem fé, a subida vale a pena.





Depois de subir estes intermináveis degraus, chegamos.



 

O mosteiro fica no alto de um monte, encravado nas pedras.






Dizem que Patmos é a Jerusalém dos gregos.


Por isso, é visitada por cristãos do mundo todo.

 



 
Tema a Deus e glorifique-o, pois a hora do julgamento vem; adore aquele que fez o céu e a terra, o mar e todas as fontes de águas.
                                               Apocalipse 14:7



 
Dizem que atrás dessa porta fica a gruta onde São João escreveu o livro do apocalipse.

 


 


 

Foi emocionante estar nesse lugar. Pisar o mesmo chão que o escritor do apocalipse pisou.
Viajar nos proporciona estas emoções que não tem preço.


Aguardem nossa visita a Santorini. Até lá!







sábado, 3 de março de 2012

Mikonos: Vai lá!




E lá vamos nós. Rumo a Mikonos!
Mas enquanto não chegarmos lá





é melhor esperar na piscina,
pois o verão por aqui é muito quente.







Pelo caminho vamos passando por diversas ilhas.

 




É estranho não ver o verde das plantas. Elas quase não existem por aqui.














 

Parece que chegamos.



Agora é descer e conferir se a ilha é tudo isso que falam.

 






Mas o centro da ilha fica longe. Não dá pra ir a pé.


 


Gente, olha que bonitinho.
Tem até vasinhos de flores no painel do ônibus. Que fofo! Só na Grécia! Rsrsrs.





Só essa paisagem já vale a pena!





Para quem só quer curtir uma praia, fique no Brasil, o lugar não é aqui.
Mas quem vai dizer isso aos turistas?













Quem resiste às lojinhas?
 

Mas Mikonos não é só lojinhas. Vale a pena andar por suas ruelas e conhecer um pouco mais do lugar.




Por exemplo, os símbolos da ilha que são o moinho e o pelicano.










As belas casas cheias de floreiras que dão um aspecto romântico ao lugar.





Ouvir uma autêntica música grega.

Ver os moinhos de perto. São fantásticos.




E por que não entrar numa igreja e ver de perto um templo da fé grega?




Um pouco diferente das nossas igrejas católicas. Achei muito poluído. Muito cheio de imagens, lustres etc. As igrejas brasileiras são mais "limpas" no sentido estético da palavra. Foi só uma observação, pois fé é fé. Vamos respeitar.






Depois de andar muito só falta agora sentar numa mesinha e tomar um refresco.






Admirando o por do sol, que por aqui, é lindo de se ver.













Estou mentindo?
 








Os navios param aqui toda tarde trazendo os turistas para conhecer a ilha e ver o por do sol.




 A medida que o sol se põe a paisagem vai adquirindo um tom alaranjado.














Lindo não?
Depois tudo fica numa penumbra.
E então...




É hora de voltar ao navio para descansar, curtir as atrações a bordo enquanto o barquinho parte para outra ilha. 





Nos vemos em Patmos - a ilha do apocalipse.
Sigam-me os bons!